EXPOSIÇÕES PASSADAS

Museu de Rua: Perus

Dividida em quatro temas — Trabalho, Lazer, Bairro e Atuação Feminina —, a mostra, além de compilar imagens principalmente de “Perus Antigo”, visa trazer à tona lembranças tanto coletivas como individuais dos seus moradores e busca evitar o apagamento dessas memórias.

A iniciativa é uma parceria entre o Museu da Cidade de São Paulo e o Centro de Memória Queixadas Sebastião Silva de Souza e contempla um projeto que realiza exposições ao ar livre nas ruas da capital paulista: o projeto Museu de Rua.

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Visão, de Rejane Cantoni

Obra site specific imersiva e interativa que se propõe a enquadrar e distorcer a percepção que o visitante tem da Capela do Morumbi. Do lado dentro, escuro total; do lado de fora, é composta de uma superfície de espelhos inclinados que refletem o céu. A instalação tem a função de provocar uma experiência visual de adaptação ao escuro. VISÃO reconfigura a capela em dispositivo que reflete o entorno, o firmamento, e convida à interiorização do fenômeno visual.

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Amefrikah, de Ramo

A mostra evidencia reflexões relacionadas aos debates e caminhos dos movimentos negros e busca criar visualidades em torno de símbolos de lutas e conhecimentos referenciados a eles, no Brasil, nas Américas e na África, segundo a pesquisadora Luciara Ribeiro.

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Artacho Jurado, arquiteto?

A exposição “Artacho Jurado, arquiteto?” traz ao público um balanço da significativa contribuição deste controverso profissional autodidata, mostrando sua importância na história da arquitetura da cidade de São Paulo, além de estimular o visitante a responder a indagação que motiva a mostra.

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CO YBY ORE RETAMA

CO YBY ORE RETAMA, de Andrey Zignnatto, exposição em cartaz no Solar da Marquesa de Santos, local onde foi Inhapuambaçu, aldeia Tupinaky’ia, representa o retorno de um Tibiriçá ao lar original de sua família. As obras da mostra podem ser consideradas um meio de demarcação indígena tanto de seu espaço físico como do circuito das artes visuais, do território subjetivo da arte e do imaginário de cada visitante.

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2720. Viva Maria, de Lívia Aquino

“Canalha” foi a palavra costurada numa bandeira exposta por Waldemar Cordeiro na Bienal de Artes da Bahia, em 1966. A obra foi revisitada por Lívia Aquino na instalação “2720. Viva Maria”. A artista propõe uma ação: costurar 2720 bandeiras coletivamente para cobrir a empena do prédio anexo ao Congresso Nacional, em Brasília, com a palavra passando do singular para o plural.

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Ozi Stencil – 35 anos de Street Art

Composta de obras de diversos períodos, estudos, desenhos, cadernos de criação, etc., além de uma área biográfica, a mostra faz uma retrospectiva da trajetória profissional de Ozi, cuja biografia se mistura com a história da Street Art brasileira, e reconhece a dimensão de sua arte, que segue em plena atividade no meio com o qual ele mais se identifica: a rua.

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Sursum Corda, de Carlos Uchôa

A expressão latina Sursum corda, que significa elevai vossos corações ou corações ao alto, emitida no início de uma missa, serve de título para a instalação que une arte e espiritualidade, em cartaz na Capela do Morumbi. A obra, de autoria de Carlos Uchôa, dialoga com a arquitetura do espaço e reforça o programa curatorial da Capela.

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Exposição “Infâncias em São Paulo”

A partir dos acervos do Museu da Cidade de São Paulo e de outros museus e arquivos públicos e privados, a exposição apresenta um percurso por diversos temas e períodos da história das infâncias na cidade de São Paulo. Infâncias, no plural, reconhecendo as diversidades social, econômica e cultural registradas em fotografias, brinquedos e outros objetos e documentos dos séculos 19 e 20. A mostra está em exibição em cinco Unidades do MCSP.

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Exposição “Solar, o sobrado nº 3 da Rua do Carmo”

Mostra sobre o Solar da Marquesa de Santos, que abriga, desde 1992, a sede do MCSP. A exposição exibe aspectos históricos do imóvel, além de apresentá-lo como um documento arqueológico e arquitetônico de São Paulo, por meio de objetos encontrados nas escavações arqueológicas da década de 1980 e, mais recentemente, nas prospecções de 2008 e 2010.

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Exposição Giulio Rosso, na Casa Modernista | Museu da Cidade

A exposição Giulio Rosso, em cartaz na Casa Modernista, foi prorrogada até dia 15 de agosto. A mostra, que reúne documentação pertencente ao arquivo pessoal desse artista-decorador – devidamente conservada por seus familiares –, revela como ele transitou por múltiplas linguagens – do mobiliário à ilustração – e apresenta obras e reproduções que ilustram sua criatividade.

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