TOUR VIRTUAL


Artacho Jurado, arquiteto?

Com curadoria de Abilio Guerra, a exposição explora a obra desse controverso arquiteto autodidata e traz à luz a discussão acerca de seu valor artístico – principalmente entre profissionais e acadêmicos da área –, além de apresentar um balanço de sua significativa contribuição e de sua importância na história da arquitetura de São Paulo. Saiba mais.


Memória da Resistência | Eu era carne, agora sou navalha e Tudo tem espírito

EU ERA CARNE, AGORA SOU NAVALHA

As questões étnico-raciais necessitam de debate e reflexão para que possam despertar a conscientização social. A superação do racismo é também uma luta contra a ideologia vigente (que acredita na inferioridade do negro ou no aspecto conservador do “mito da democracia racial”). Aqui, uma discussão sobre a história e a resistência negra. Entram desde os jornais criados por mulheres e homens negros no século 20, passando por fotos e manchetes que os mostrem na grande imprensa, além de situações registradas que mostram o “privilégio branco”. Saiba mais.

TUDO TEM ESPÍRITO

A resistência também é imanência, ou seja, a propriedade de ser substância ou essência de algo; ser sua interioridade em contraste com a realidade aparente. Em São Paulo, os territórios indígenas, mesmo apagados pela história oficial ou referenciados somente em nomes de logradouros, monumentos e lugares, constituem-se em memória forjada pela narrativa do branco. A intenção desta mostra é fazer emergirem esses territórios obliterados e discutir a situação atual dos territórios indígenas. Saiba mais.



Memória da Resistência | Elas vão às ruas

A partir do fato histórico marcado pelos três primeiros congressos sobre a mulher, organizados pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), e as subsequentes passeatas, promove-se a discussão sobre a presença de mulheres como agente de resistência nas manifestações de rua. Os impasses entre o Código Penal, a “defesa da honra”, a violência doméstica e o reconhecimento do feminicídio surgem em casos que ganharam a mídia. Esta mostra tira a mulher do lugar de passividade, submissão e a exibe no espaço sempre historicamente reservado somente ao masculino: a rua. Saiba mais.



Memória da Resistência | Brenda Lee, a anja das travestis

Em plena década de 1980, quando a aids tomou as manchetes, a desinformação e o preconceito ameaçavam a existência de pessoas LGBTQIA+, em especial gays e travestis. Brenda Lee encampou uma luta por acolhimento e foi semente para as reinvindicações que se seguiram por parte desse grupo social, historicamente excluído de políticas públicas. A narrativa sobre Brenda Lee privilegia sua luta no amparo a travestis e a emergência dos discursos ligados à causa LGBTQIA+. Saiba mais.



Memória da Resistência | Alfred Usteri e a botânica do tempo

Por intermédio dos estudos de Alfred Usteri tem-se o resgate de formas pelas quais a experiência da vida urbana e a preocupação relacionada ao meio ambiente estiveram presentes em São Paulo, no início do século 20. A intenção da mostra é revelar as motivações e as políticas públicas por meio das quais a cidade interagiu com a pesquisa botânica e refletir sobre como foi mapeada a flora paulistana e como surgiram os projetos de jardins e parques na cidade. Saiba mais.