Instalação criada especialmente para a Capela do Morumbi. Nela a artista investiga a relação entre matéria e espaço, inspirada na técnica de taipa de pilão que originou a capela. A partir dos vazios deixados na construção, ela cria gangorras de ferro e argila, que funcionam como sistemas de contrapesos e conectam diferentes partes do espaço expositivo, transformando ausência em presença e matéria em gesto.
PASSADAS
Rino Levi, história e utopia – destruição, permanência, renovação
Mostra que destaca a diversidade da produção do arquiteto Rino Levi, por meio de projetos emblemáticos, e também apresenta detalhes arquitetônicos, textos, publicações e depoimentos sobre o autor, focando em obras que estão dentro do contexto urbano de São Paulo.
Patrimônio incerto
A mostra abrange vários focos socioculturais. As obras “Embargo”, “Nem sempre novos ares são bons ares”, “Capital natural” e “Expectativas futuras” passaram por uma análise de viabilidades técnicas e de produção em relação à arquitetura e à preservação da Capela e desvelam uma trama complexa entre economia, sociedade, culturas e natureza.
Love is Love, de Alcides Rodrigues
O artista Alcides Rodrigues criou um lambe-lambe que traz cartazes com as cores da bandeira da comunidade LGBTQIAPN+, criados utilizando recursos da tipografia para referendar e celebrar a diversidade e o orgulho desse grupo social.
Memorial Luiz Gama – 10 anos
Exposição em que os fotógrafos Deka Carvalho, Denise Camargo, Eduardo Firmo, Eustáquio Neves e Walter Firmo registram personalidades negras e se inspiram na atuação de Luiz Gama (1832-1882), que nos deixou uma extraordinária biografia e incontáveis legados de imensurável valor, incluindo a República e a Abolição. Com atuação no direito, na arte, na imprensa, na política, na educação e na filosofia, Luiz Gama põe em xeque os alicerces do racismo estrutural e institucional que garantem a manutenção dos privilégios dos escravocratas por séculos.
Como Medida, de Adalgisa Campos
Mostra, com curadoria de Talita Trizoli, que permite ver a cidade a partir de prática de registro da artista. Trata-se de um conjunto de ações de mesura a partir de uma variedade de técnicas e suportes vinculados ao vocabulário formal do desenho, do gráfico, do construto, que seguem desde recintos expositivos até os locais de residência de Adalgisa Campos ao longo dos anos, estendendo-se para objetos, itens estruturais dos espaços e seu próprio corpo. A exposição olha para a cidade de modo simbólico, alterando o enfoque de outras mostras já realizadas na Chácara Lane.






