CURSO | Da ideia à realização: gestão e desenvolvimento de projetos culturais, com Monique Anny
15, 22, 29.08 e 05.09, das 9h às 12h, sábados
Solar da Marquesa de Santos - Rua Roberto Simonsen, 136
Classificação indicativa: 16 +
Inscrições abertas até esgotamento das vagas.
O curso “Da Ideia à Realização” propõe uma imersão nos fundamentos e nas práticas da gestão e produção de projetos culturais, com foco na construção de propostas consistentes, viáveis e alinhadas às dinâmicas do setor cultural contemporâneo.Partindo da compreensão da cultura como um campo estruturado por políticas públicas, economia simbólica e relações de mercado, o curso articula conteúdos teóricos e exercícios práticos para orientar os participantes na elaboração de projetos autorais. Ao longo dos encontros, serão abordadas etapas essenciais como concepção, planejamento estratégico, estruturação orçamentária, captação de recursos, execução e prestação de contas.
Sobre Monique Anny:
Com mais de 10 anos de experiência em produção cultural, curadoria e gestão de projetos, atuou em instituições de referência como Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, APAA e Fundação Osesp, entre outras, coordenando programações complexas em artes cênicas, música, dança e artes visuais, alé de Produtora de grandes eventos públicos, como: Virada Cultural, Festival Abril Pra Dança, Jornadas do Patrimônio, entre outros. Possui também experiência em articulação institucional, relacionamento com artistas, acompanhamento técnico e produção executiva, com MBA em Gestão de Projetos e formação contínua em curadoria e pesquisa em dança (mestrado na UFRJ).
PALESTRAS | ESCOLA DE ACESSOS
Projetos Culturais Acessíveis: estratégia e implementação, com Manoella Back - Dissidência Def
31.07, das 14h às 16h40, sextas
Solar da Marquesa de Santos - Rua Roberto Simonsen, 136
Classificação indicativa: 16 +
Inscrições abertas até esgotamento das vagas.
A palestra propõe uma imersão crítica e prática sobre acesso, permanência e protagonismo de artistas com deficiência na literatura, música, artes cênicas e artes visuais.Parte do entendimento de que acessibilidade não é adaptação tardia, mas princípioestruturante da criação, produção e gestão cultural.
Projetos Culturais Acessíveis: Onde Estão os Artistas com Deficiência?, com Coletivo Dissidência DEF
28.08, das 14h às 16h40, sexta
Solar da Marquesa de Santos - Rua Roberto Simonsen, 136
Classificação indicativa: 16 +
Inscrições abertas até esgotamento das vagas.
A Palestra propõe uma imersão crítica sobre acesso, permanência e protagonismo de artistas com deficiência nas artes (literatura, música, artes cênicas, performances e artes visuais). Parte do entendimento de que acessibilidade não é adaptação tardia, mas princípio estruturante da criação, produção e gestão cultural.
A abordagem articula: Marcos legais (direitos e deveres institucionais); Debate sobre capacitismo estrutural; Visibilização de referências artísticas com deficiência & Ferramentas concretas de acessibilização de projetos culturais. A palestra combina fundamentação teórica, estudo de casos e análise crítica de projetos reais.
Sobre Manoella Back e Dissidência Def:
Com formação em Letras e pós-graduação na área de Direitos Humanos e relações étnico-sociais encerrada em 2020. Manoella é atriz, produtora e arte-educdora do grupo "Dissidência Def" tendo ministrado diferentes cursos e palestras pelo grupo em sescs, casas de cultura, empresas e colégios. Como atriz produziu e atua no espetáculo "Tá Todo Mundo rindo?", do grupo. Produziu “Conversa entre Autoras I e II”, em 2019. A Dissidência Def é um coletivo artístico e de educação protagonizado por pessoas com deficiência que utiliza a arte e educação como ferramentas de enfrentamento ao capacitismo e ampliação do debate sobre acessibilidade e diversidade no campo cultural. O grupo surgiu inicialmente com o nome Comédia Sentada, projeto contemplado pelo PROAC 47/2022 – Artistas Iniciantes, com o trabalho “Nem Tudo é Rampa
ATELIÊ NA CHÁCARA | SEM NECESSIDADE DE INSCRIÇÃO PRÉVIA
Laboratório de investigação em modelos vivos, com mediação de Lídia Ganhito e modelos
Todos os sábados, de 01.08 a 05.12, das 14h às 17h
Chácara Lane - Rua da Consolação, 1024
Classificação indicativa: 18 +
Inscrições no dia, por ordem de chegada. Sujeito à lotação
Necessário levar materiais de desenho pessoal.
Este curso propõe uma reflexão conceitual sobre as políticas de representação do corpo e as relações de poder envolvidas no ato de olhar/ser olhada, representar/ser representada. Partimos da hipótese de que é possível disputar os espaços da representação e que, quando olhamos para quem posa, entendendo este corpo como um corpo de artista, algo se transforma. O curso, constituído de 18 encontros independentes, aos sábados e ao longo do 2º semestre de 2026, será dividido em três grandes blocos, com a temática central voltada ao corpo da mulher e suas relações com o mundo que a/o cerca.
Os encontros não exigem presença em todos os dias e para participar é necessário levar os próprios materiais artísticos para desenho.
Sobe Lídia Ganhito e pessoas modelo convidadas:
Lídia Ganhito é artista, pesquisadora e educadora. Doutoranda pelo IA-UNESP / Universitat Barcelona e coordenadora do grupo de pesquisa FIGAS (Feminismos, Imagens, Gênero, Artes e Sexualidades), desenvolvendo sua pesquisa sobre o cânone do nu nas artes visuais e o ateliê de modelo vivo espaço de disputa das representações dos corpos. Atua em ateliês colaborativos de modelo vivo desde 2012, realizando oficinas nos SESCs Pinheiros (2025), Paulista (2019), Parque Dom Pedro (2018) e Pompéia (2012); em universidades como a UNESP (2012-2018), UNILA (2015) e PUC-SP (2014); e também nos centros culturais Bananal Arte (2025), La Cinètika Barcelona (2024), Casa da Luz (2019), Casa do Povo (2017), CCSP (2017-2018), e Praça das Artes (2016). Integra o coletivo gestor da Cratera, espaço independente que existe desde 2022 em São Paulo.
Marcelle Louzada - Modelo vivo
Marcelle Louzada é artista do corpo e pesquisadora das relações humanas. Doutora em Educação pela Unicamp e Mestre em Artes pela UFMG, constrói sua trajetória na intersecção entre arte, educação e clínica. Psicóloga de formação, atua na clínica terapêutica com enfoque na maternidade e nos atravessamentos do feminino.
Val Souza - Modelo vivo
Val Souza é artista e pesquisadora. Sua prática artística se baseia em pesquisas iconográficas sobre a representação histórica de mulheres negras. Através da produção de imagens de si, sua obra contrapõe o imaginário social brasileiro com noções de abundância e alegria. Doutoranda em Artes Visuais pela UNESP, mestra em Dança pela UFBA e formada em Pedagogia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Participou de exposições e festivais nacionais e internacionais. Em 2020, recebeu a Bolsa de Fotografia ZUM/IMS.
Sandra Vilchez - Modelo vivo
Artista, formada pela vida e pela SP Escola de Teatro. Pesquisadora autônoma apaixonada pelas artes híbridas e performáticas. Integrante do FIGAS - Feminismos, Imagens, Gêneros, Artes e Sexualidades.
Raquel Santos - Modelo vivo
Raquel Santos é mãe, migrante sudestina, professora de educação básica na prefeitura de São Bernardo do Campo, percussionista no bloco Afro Ilú Obá de Min e corpógrava marginal. É também doutoranda no PPG Artes da Unesp na linha de Arte educação e mediação cultural.
ciber_org - Modelo vivo
ciber_org é uma pessoa transmasculina, bacharel em Artes Visuais, pela UFMG, e mestrando em Processos Artísticos Contemporâneos, pela UDESC. Investiga a construção da identidade no século XXI, operando triangulações que suspendem as fronteiras entre real x virtual, online x offline, humano x máquina. Enquanto artista transmídia, apresenta obras em diversas linguagens, como vídeo arte, instalação, realidade aumentada, escultura, e performance conectada à internet. ciber_org aposta no hibridismo como estratégia para fabular novas possibilidades de corpo e de mundo.
AÇÕES FORMATIVAS | AGOSTO

